Honda CG 2018 chega ao mercado com mudanças no sistema de freios.

    Honda CG 2018 chega ao mercado com mudanças no sistema de freios.

    A motocicleta, amplamente usada para frete urbano, lidera as vendas no Brasil. Até setembro de 2017, a família CG respondeu por 74,27% de todo o mercado de duas rodas.
    A Folha avaliou a nova CG 160 fora de seu habitat, em um circuito fechado no interior de São Paulo. Apesar da baixa cilindrada, surpreendeu pelo rodar suave e ágil. 
    A maior novidade da linha 2018 aparece na versão Start, que passa a ter frenagem combinada (CBS) no sistema a tambor. Antes, o item só estava disponível nas opções mais caras, com freios a disco.
    Funciona assim: ao acionar o pedal de freio traseiro, o CBS distribui parte da força aplicada à roda da frente.
    Em pesquisa feita em São Paulo no evento Motocheckup, em maio de 2017, o freio traseiro foi o item que teve maior índice de reprovação: 32% das motocicletas avaliadas tinha problema nessa peça.
    “A dosagem correta na frenagem das motos fica em torno de 70% na dianteira e de 30% atrás, que atua como um ‘leme’. Muitos motociclistas pouco usam o freio dianteiro, o que compromete a segurança”, diz Alfredo Guedes, engenheiro da Honda.

    DOIS CABOS
    O sistema CBS é mecânico na CG Start: funciona com dois cabos ligados a uma alavanca. Ao pressionar ao máximo o pedal de freio traseiro, o equipamento transmite até 34% da força para a roda da frente.
    A 80 km/h, as paradas foram seguras.
    Demais mudanças na versão Start aparecem nas rodas raiadas com acabamento fumê e nas lentes transparentes dos piscas laterais e painel digital. A versão Fan conta com uma painel mais incrementado com relógio e conta-giros. Na Titan, versão mais completa da linha CG, o mostrador tem fundo “Blackout”.
    Com potência de 15,1 cv usando etanol –as versões Fan e Titan são fl ex–, a CG 160 encarou bem os aclives da pista, com disposição em retomadas e acelerações. A CG 160 Start só aceita gasolina e é a que oferece melhor custo-benefício.

    Todas as opções têm garantia de três anos.

    Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/
    Edição: Promenac Motos